Estão previstas pancadas intensas, ventos fortes e possibilidade de granizo
O avanço de uma frente fria pelo oceano, aliado à atuação de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai, deve trazer uma sequência de dez dias consecutivos de chuva para diversas regiões do Brasil a partir deste fim de semana. O alerta vale principalmente para o Sul e Sudeste, onde estão previstas pancadas intensas, ventos fortes e possibilidade de granizo.
Segundo o Climatempo, as chuvas mais fortes começaram nas primeiras horas da manhã deste sábado (18) pelo Rio Grande do Sul, avançando ao longo do dia para Santa Catarina e Paraná. Há previsão de ventos acima de 70 km/h, além de granizo e condições de tempo abafado.
No Sudeste, o calor e a alta umidade favorecem a formação de nuvens carregadas, especialmente no interior de São Paulo e Minas Gerais, onde há risco de tempestades com raios e rajadas de vento. Já no Rio de Janeiro e Espírito Santo, o tempo permanece firme e quente neste primeiro momento.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja na sexta-feira (17), prevendo chuvas entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos entre 60 e 100 km/h e queda de granizo. O órgão também alerta para riscos de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Santa Catarina e Paraná
A frente fria, associada a uma nova área de baixa pressão próxima à costa, intensifica as instabilidades principalmente no Sul e Sudeste. No Rio Grande do Sul, os temporais devem se concentrar na metade norte do estado. Em Santa Catarina e no Paraná, há alerta para temporais localizados, especialmente no oeste catarinense e no sul paranaense.
Em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a previsão também indica chuva forte, descargas elétricas e ventos intensos, com rajadas acima de 70 km/h no litoral paulista.
No Centro-Oeste, as pancadas atingem Mato Grosso do Sul e Goiás. Já no Nordeste, a chuva segue mais fraca e isolada na faixa leste. No Norte, temporais devem atingir principalmente Roraima e o norte do Amazonas.
As condições devem se manter instáveis pelos próximos dez dias, exigindo atenção redobrada da população e dos órgãos de defesa civil.
Fonte: ND + / Climatempo












