Aliança entre PSD, MDB e União Progressista pode garantir espaços estratégicos ao MDB
A possível construção de uma ampla aliança política em Santa Catarina começa a ganhar contornos mais definidos e movimenta os bastidores partidários. Caso se confirme a coligação entre PSD, MDB e União Progressista para as eleições, os emedebistas podem ocupar um espaço estratégico na chapa majoritária: a indicação de um nome para vice de João Rodrigues – ainda não definido – e do primeiro suplente do senador Esperidião Amin, que deve disputar a reeleição.
Nos bastidores, o nome mais citado entre os emedebistas é o do ex-deputado federal Rogério Peninha Mendonça. Com trajetória consolidada, Peninha exerceu oito mandatos consecutivos pelo partido sem nenhuma derrota no currículo, sendo reconhecido por sua forte base eleitoral e atuação ligada ao setor produtivo.
Apesar de pertencerem a campos políticos historicamente distintos, Peninha e Amin mantêm uma relação respeitosa e de diálogo ao longo dos anos. Essa convergência pessoal e política tem sido vista como um fator positivo dentro das articulações, contribuindo para reduzir resistências internas e ampliar a viabilidade da composição.
Fontes próximas ao senador indicam que Amin vê com bons olhos a possível indicação do emedebista, o que reforça o cenário de alinhamento entre as siglas. A eventual composição entre PSD, MDB e União Progressista pode representar uma das principais forças na disputa eleitoral em Santa Catarina, reunindo lideranças experientes e ampliando o espectro político da aliança.
A definição oficial, no entanto, ainda depende do avanço das negociações entre os partidos. Até lá, o nome de Peninha segue como um dos principais na disputa pela vaga de suplente, em um movimento que pode redesenhar o cenário político catarinense.








